Processos na Proteção de Menores crescem 60%

A Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) da Batalha acompanhou no ano passado 97 processos, que representam um aumento de 60% em relação a 2016 e respeitam maioritariamente a situações de violência doméstica e negligência.

Em comunicado, datado de segunda-feira, 12, a comissão destaca “o facto da maior percentagem de comunicações de situação de risco ou perigo terem sido feitas por pais, familiares e outros membros da comunidade”.

A CPCJ “interpreta aqueles dados como uma crescente confiança no acompanhamento que faz e o reconhecimento da importância da prevenção, um dos fatores prioritários sempre em curso e mote para um trabalho sinérgico com as entidades com competência em matéria de infância e juventude”.

Quanto aos processos, acompanhados “através da modalidade restrita” da CPCJ, “a problemática mais presente nas sinalizações recebidas remete para a violência doméstica e para vários tipos de negligência”, refere o comunicado, destacando que estão “a par do que se verifica a nível nacional”.

Por outro lado, segundo a comissão, “indiciam que a contínua necessidade de se promover a capacitação parental”.

Entretanto, do seu Plano de Ação para 2018 destacam-se a Campanha Laço Azul, inserida no projeto Abril – Mês da Prevenção dos Maus Tratos; a Caminhada pelos Direitos das Crianças e diversas ações destinadas aos profissionais da saúde e da educação, famílias e jovens.

A assembleia geral da CPCJ da Batalha, que decorreu a 29 de janeiro, fez o balanço da atividade processual desenvolvida e analisou as suas conclusões.


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