Mosteiro já recebe mais de 600 visitantes por dia

As visitas no Mosteiro da Batalha já dão fortes sinais de retoma no primeiro semestre deste ano, com entradas no monumento quase cinco vezes superiores às registadas no período homólogo do ano passado e que já ultrapassaram o total de 2020, segundo os dados da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC).

A evolução de visitantes nos primeiros semestres de 2021 e 2022 mostra que o Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, lidera, com o registo de 363.766 entradas (28.005 no primeiro semestre de 2021), seguindo-se a Torre de Belém com 227.219 (sem valor no anterior devido a encerramento para obras, tal como o Museu de Arte Popular), e o Mosteiro da Batalha, com 109.563 (22.451, em 2021).

Seguem-se o Convento de Cristo, em Tomar, com 104.175 visitantes (20.017, no ano passado), o Palácio Nacional de Mafra, com 97.261 (17.455), o Museu Nacional do Azulejo, com 86.857 (6.990), o Museu Nacional dos Coches, em Lisboa, 74.371 (10.854), o Panteão Nacional, com 62.689 (5.481), o Museu Monográfico de Conímbriga, com 62.384 (10.190), o Museu Nacional de Arqueologia, com 46.803 (16.498), o Museu Nacional de Arte Antiga, com 45.307 (11.056), e o Palácio Nacional da Ajuda, com 36.470 (12.803).

No mesmo período, o Museu Nacional do Chiado, em Lisboa, registou 23.971 visitantes (4.845), enquanto o Museu Nacional Soares dos Reis, no Porto, recebeu 19.096 visitas (4.150), o Museu Nacional Machado de Castro, em Coimbra, 18.153 (4.676) e, o Museu Nacional Grão Vasco, em Viseu, 14.723 (7.391).

O 3º trimestre de 2022 permitirá agora concluir se, de facto, 2022 é o ano da recuperação total face a 2019. Os valores por trimestre mostram - em 2019 - 898.675 no primeiro e 1.403.408 no segundo, enquanto, em 2022, foram registados 512.299 visitantes no primeiro trimestre e 996.063 visitantes no segundo trimestre.

 


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