Mosteiro da Batalha recebeu 492 mil turistas

O Mosteiro da Batalha foi visitado no ano passado por 492.093 pessoas, que pagaram entrada, ou seja, mais 24,1% do que em 2016, segundo as estatísticas da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC).

O monumento património da humanidade, que recebeu 396.423 turistas há dois anos (mais 20,1% face a 2015) é o primeiro em número de entradas fora de Lisboa, atrás da Torre de Belém e do Mosteiro dos Jerónimos, que lidera a tabela.

Em 2011 o Mosteiro da Batalha foi visitado por 286.499 pessoas, número que cresceu 38,4% até 2016, dados que, analisados em conjunto com os mais recentes, demonstram um crescimento contínuo e significativo.

Na nossa região, o segundo monumento mais visitado é o Mosteiro de Alcobaça, que registou 260.477 entradas pagas, mais 14.99% do que em 2016, quando recebeu 226.516 pessoas.

O Mosteiro dos Jerónimos registou 1.166.793 entradas (mais 7,9%), seguindo-se a Torre de Belém, com 575.875 (menos 16%), Palácio Nacional de Mafra, com 377.961 (mais 15,4%) e o Convento de Cristo, com 354.763 (mais 19,9%).

O Panteão Nacional recebeu 149.931 visitantes (mais 24,2%) e o Palácio Nacional da Ajuda 126.240 (mais 80,6%). O Museu Nacional dos Coches recebeu 350.254 pessoas (menos 8,5%), seguido do Museu Nacional de Arte Antiga, com 212.669 (mais 21,1%), Museu Nacional do Azulejo, com 193.444 (mais 20,5%), Museu Nacional de Arqueologia, com 167.634 (mais 14,1%) e o Museu Nacional Machado de Castro, com 108.385 (menos 2%).

No conjunto, os museus, monumentos e palácios tutelados pela DGPC receberam 5.060.780 visitantes, um crescimento de 08% em relação ao ano anterior ou de 60% desde 2012.


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