JB faz 28 anos: Um milhão de carateres de agradecimento

As primeiras palavras desta edição têm essencialmente três destinatários: os Leitores, Anunciantes e Colaboradores. Os primeiros porque constituem o edifício que acolhe o Jornal da Batalha há 28 anos, seja em tempos de bonança ou de tempestade. Os segundos porque também contribuem de forma insubstituível para a manutenção deste projeto. E os nossos colaboradores, a terceira força indispensável à geração da energia que nos move diariamente.

Um enorme agradecimento a todos! Obrigado. E a garantia de que faremos, com a força e saber ao nosso alcance, tudo para que continuem connosco.

Nesta edição, fazemos o balanço dos principais temas que destacámos na edição em papel, nos últimos 12 meses (nesta página) e aqueles que os Leitores mais leram na edição digital, desde que começou, há nove meses (páginas seguintes). São dois meios bastante diferentes, como é óbvio, mas complementares pelo menos na fase de mudança (mais uma) em que os média se encontram.

A totalidade de textos publicados no último ano na edição em papel é equivalente a 787 páginas de texto (Times New Roman, corpo 12), 177.522 palavras e a 1.071.781 carateres. A palavra mais escrita foi, naturalmente, Batalha (1.584 vezes).

Há um ano, em julho de 2017, o destaque foi para o investimento previsto pelas empresas e outras organizações do concelho da Batalha, no âmbito dos projetos aprovados pelos programas de apoio comunitário Centro 2020 e Compete 2020, que correspondia a 1.334 euros por cada habitante.

No mês seguinte, como é tradição, as Festas da Batalha surgiram em primeiro plano. O principal

destaque dos festejos recaiu no concerto do britânico Calum Scott, considerado um dos artistas

mais populares do momento em Inglaterra e que fez a sua estreia em Portugal.

Em setembro aproximavam-se as eleições e a primeira página do Jornal da Batalha espelhava o facto. “Um destes quatro candidatos é o futuro presidente da Câmara da Batalha: José Valentim (CDU), Horácio Francisco (CDS-PP), Paulo Batista Santos (PSD) e Carlos Repolho (PS). Para fazer a escolha estavam inscritos 14.106 eleitores no concelho.

Em outubro, o reeleito presidente da câmara da Batalha, Paulo Batista Santos, garantiu durante

a sessão de instalação dos novos órgãos autárquicos, resultantes das eleições de 1 deste mês, que “nunca” utilizaria um “discurso de capelinha” ou de “luta em desfavor” de outros municípios, defendendo a cooperação regional. Foi o tema principal da primeira página do Jornal da Batalha.

Os incêndios rurais que deflagraram no concelho, até 31 de outubro de 2017, fizeram daquele ano o terceiro pior desde 1980 em área ardida, que ultrapassa os 225 hectares. Os fogos ocuparam quase toda a primeira página da edição de novembro.

Em dezembro, é Natal. Uma pista de gelo natural com 200 metros quadrados, espetáculos de circo,

sessões de cinema infantil e um concerto natalício no mosteiro foram os principais destaques do programa “O Natal na Batalha tem brilho”.

No primeiro mês do corrente ano, a polémica envolveu o mosteiro e a EM1/IC2. A Câmara da Batalha “entende as preocupações suscitadas” pela população em relação à construção em curso da barreira acústica de proteção do mosteiro, mas reafirmou que “constitui um passo fundamental para a proteção, salvaguarda e preservação do monumento património da humanidade.

Relacionado com tema anterior, surgiu em destaque em fevereiro o tema das portagens na A19.

A Câmara da Batalha “reclamou a eliminação total ou a redução das portagens” da A19 para os veículos pesados de mercadorias, “apresentando alternativas e fundamentando a urgência da medida, mais de uma dezena de vezes” nos últimos sete anos, afirmou o presidente no município

em resposta a uma questão colocada pelos deputados municipais do PS.

O turismo acessível ganhou força em março. O objetivo é associar turismo de natureza e turismo/território acessível, revelou o presidente da câmara na BTL’18. A estratégia municipal de desenvolvimento turístico passa por apostar num produto-chave de natureza e acessível.

Em abril, a notícia mais importante referia-se a um casal residente na Batalha suspeito da prática

de dezenas de burlas, pelo menos nos últimos três anos, através de falsos arrendamentos de casas e apartamentos. Há pessoas lesadas de norte a sul do país e, apesar das muitas queixas apresentadas às autoridades policiais e de processos em tribunal, a dupla é acusada de continuar a cometer os crimes.

As críticas ao sistema português de prevenção e combate, incluindo aos bombeiros, nomeadamente pelo especialista em incêndios Mark Beighley (EUA), foram refutadas por intervenientes nas cerimónias do 40º aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Batalha. O tema surgiu com relevo na edição de maio.

Por fim, em junho, o tema principal foi a Santa Casa da Misericórdia da Batalha (SCMB), que deu mais “dois passos em frente” no apoio aos mais carenciados e àqueles que necessitam de cuidados

continuados prolongados. No dia 29 de maio assinou com a Segurança Social e com a Câmara da Batalha dois protocolos que melhoram as condições de “prestação de um serviço de qualidade”.


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