Exportações da Batalha valem 60,7 milhões

As empresas do Concelho da Batalha exportaram mercadorias no valor de 60,7 milhões no ano passado, mais 6% do que os 57,2 milhões alcançados no anterior, segundo os dados preliminares divulgados no dia 7 de fevereiro pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

O saldo balança comercial do município é negativo em 25,6 milhões de euros, o mesmo sucedendo com a taxa de cobertura (70,4%), uma vez que as importações são superiores às vendas no exterior.

As importações de bens chegaram aos 86,2 milhões de euros, menos 1,6 milhões (-1,8%) do que os 87,9 milhões registados há dois anos, o que faz do concelho o 6º mais importador do distrito.

É o quarto que mais subiu as exportações em termos absolutos, 3,4 milhões de euros, no ano passado, atrás do seguir a Bombarral, Pombal e Ansião. Quanto ao saldo da balança comercial tem o segundo pior resultado, apenas atrás de Leiria e na taxa de cobertura obtém o quinto pior registo. É o 9º município mais exportador.

Em termos gerais, as exportações de mercadorias do distrito de Leiria diminuíram 44,6 milhões de euros no ano passado em relação a 2018, o que significa uma descida de 1,9%, em contraciclo com o país, que aumentou as vendas no exterior em 3,6%.

Estes dados não afetam o saldo da balança comercial regional, já que a taxa de cobertura das importações pelas exportações é de 134%, em grande medida porque as aquisições no exterior (-3,9%) caíram acima das vendas no estrangeiro.

Em termos absolutos, o saldo da balança comercial é de 576,8 milhões de euros, cabendo os maiores contributos à Marinha Grande (431,8 milhões de euros), Porto de Mós (86,8 milhões) e Alcobaça (80,5 milhões). No lado oposto, Leiria (-84,3 milhões), Batalha e Óbidos (-22,6 milhões) apresentam os piores resultados nesta matéria.

O distrito apresenta uma melhor balança comercial de mercadorias que o país (negativa em 20,4 mil milhões de euros) e uma melhor taxa de cobertura (74,6% a nível nacional). À semelhança das exportações, a região também está em contraciclo nas importações, pois o país comprou mais 6,6% no exterior.

 


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