Crematório da região fica concluído no início do ano

As obras de construção do crematório da região de Leiria devem estar concluídas em janeiro de 2019, após um investimento de um milhão de euros efetuado pela Servilusa, que venceu o concurso lançado pela Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria (CIMRL) ,– que integra 10 municípios, incluíndo o da Batalha.

“A cremação é uma área de intervenção chave, uma vez que esta opção representa cerca de 17% dos funerais realizados no país, ultrapassando em algumas regiões os 50%, tendo registado uma taxa de crescimento anual na ordem dos 14%”, explica o director-geral de negócio da Servilusa, Paulo Moniz Carreira.

Na sua perspetiva, “este crescimento prevê-se que prossiga, não só porque existem mais equipamentos, mas também porque é uma opção cuja procura vai continuar a evoluir”. No caso de Leiria, “havia alguma pressão por parte da comunidade da região, que estava obrigada a deslocar-se à Figueira da Foz para aceder ao serviço”.

No comunicado, a Servilusa explica que é uma aposta “estratégica para o crescimento da empresa”, adiantando que o crematório de Leiria terá “os mais modernos equipamentos disponíveis no mercado”.

O projeto está em construção junto ao cemitério municipal de Leiria e, além do forno crematório, vai disponibilizar uma sala de última despedida e uma área de preparação de falecidos. Terá ainda uma área de estar, um cendrário-jardim da memória e uma zona de lazer exterior.

O concurso lançado em julho de 2017 pela CIMRL e ganho pela Servilusa refere-se à construção e gestão da concessão, por 20 anos. A empresa estima realizar cerca de 900 cremações por ano (até seis por dia) nas instalações que começaram a ser construídas no final de maio deste ano.

O projeto foi desenhado pelo arquiteto António Mota, da empresa Review, Real Estate Management e contempla uma área de implantação de 378,53m2, num terreno com 1500 m2.


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