Bienal de artes plásticas destaca Moçambique

A 2ª edição da Bienal de Artes Plásticas da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) e Galiza, que se realiza no Mosteiro da Batalha no final deste ano, conta com a presença de cem artistas, sendo Moçambique o país em destaque.

A bienal foi apresentada no dia 1 deste mês e assume-se como uma montra "do que de melhor fazem os artistas da CPLP e da Galiza", com destaque para "os artistas de Moçambique residentes no país, em Portugal e noutras ex-colónias", explicou o dirigente da associação FriendlyTalents, Augusto Neves, que organiza a bienal.

A mostra tem por tema “A Paz, a Igualdade e a Fraternidade” e os três melhores trabalhos expostos serão premiados.

As artes admitidas à bienal, que pretende "contribuir para estabelecer pontes e diálogos mais profundos entre os povos da CPLP" e "dinamizar o turismo cultural e artístico em Portugal e na região de Leiria", são a pintura, escultura, fotografia, cerâmica e desenho.

Para o artista plástico luso-moçambicano Heitor Pais, comissário da bienal para Moçambique, “a arte moçambicana está num bom momento. Mas a partir daqui pode mostrar-se e chegar a outros locais do mundo".

O diretor do mosteiro, Joaquim Ruivo, destaca que a iniciativa "interessa à estratégia global do plano de atividades do monumento", pois número de turistas dos PALOP que visitam este património batalhense ainda é reduzido.

"São visitantes a conquistar e esta é mais uma oportunidade para isso. Acreditamos que este é um espaço excecional para mostrar arte”, concluiu Joaquim Ruivo.


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